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	<title>Crazyflying &#187; Northrop</title>
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	<description>Loucos por Aeromodelismo, Aviação e Tecnologia</description>
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		<title>Base Aérea de Canoas comemora 64 anos do Esquadrão Pampa</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 11:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luis.reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação Militar]]></category>
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		<description><![CDATA[A Base Aérea de Canoas realizou (1/4) a solenidade militar alusiva ao 64º Aniversário do Primeiro Esquadrão do Décimo Quarto Grupo de Aviação (1º/14º GAV). O Esquadrão Pampa, ou o Catorze, como também é chamado, criado em 24 de março de 1947, destaca-se como ponta de lança no SISDABRA (Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.loucosporaeromodelismo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/F-5EM-4869-580x386.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4157" title="F-5EM-4869-580x386" src="http://www.loucosporaeromodelismo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/F-5EM-4869-580x386.jpg" alt="" width="580" height="386" /></a></p>
<p>A Base Aérea de Canoas realizou (1/4) a solenidade militar alusiva ao  64º Aniversário do Primeiro Esquadrão do Décimo Quarto Grupo de Aviação  (1º/14º GAV). O Esquadrão Pampa, ou o Catorze, como também é chamado,  criado em 24 de março de 1947, destaca-se como ponta de lança no  SISDABRA (Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro) e tem por missão a  Defesa Aérea do Cone-Sul do País.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/04/Aniv-Esq-Pampa-64-anos-foto-FAB.jpg"><img class="alignright" title="Aniv Esq Pampa 64 anos - foto FAB" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/04/Aniv-Esq-Pampa-64-anos-foto-FAB.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Estiveram  presentes à cerimônia o comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro  do Ar Juniti Saito, o Secretário de Economia e Finanças da Aeronáutica  (SEFA), Tenente Brigadeiro do Ar Aprígio Eduardo de Moura Azevedo, o  ex-Comandante do Quinto Comando Aéreo Regional (V COMAR), Major  Brigadeiro do Ar Raul José Ferreira Dias, o Comandante da Terceira Força  Aérea (III FAE), Brigadeiro do Ar Paulo Érico Santos de Oliveira, Chefe  do Estado-Maior do Quinto Comando Aéreo Regional (V COMAR), Coronel  Aviador Jefson Borges e o Comandante da Base Aérea de Canoas (BACO) e  Coronel Aviador José Antonio Moraes de Oliveira Filho, dentre outras  autoridades militares, personalidades civis e ex-integrantes do  “Catorze”.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/04/Aniv-Esq-Pampa-64-anos-foto-2-FAB.jpg"><img class="alignright" title="Aniv Esq Pampa 64 anos - foto 2 FAB" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/04/Aniv-Esq-Pampa-64-anos-foto-2-FAB.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>O  comandante do 1º/14º GAV, Tenente Coronel Aviador Alexandre Rocha  Alves, em seu discurso, reverenciou os ex-integrantes do Esquadrão Pampa  que, no passado, deixaram o seu suor no hangar, trabalhando com muito  profissionalismo e persistência, superando os problemas daquela época,  salientando a certeza de que seus comandados buscarão forças e, com  muita garra, estarão sempre prontos para cumprir a missão destinada ao  Esquadrão.</p>
<p><strong>FONTE / FOTOS DE BAIXO</strong>: FAB (BACO) via <a href="http://www.aereo.jor.br/2011/04/05/base-aerea-de-canoas-comemora-64-anos-do-esquadrao-pampa/" target="_blank">Poder Aéreo</a></p>
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		<title>John Boyd, o piloto de caça que mudou a arte do combate aéreo #2</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 20:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luis.reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americanos]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Boeing]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de desenvolver a Teoria E-M, o próximo objetivo de Boyd foi comparar os caças americanos com seus rivais soviéticos. Depois de desenvolver a Teoria E-M, o próximo objetivo de Boyd foi comparar os caças americanos com seus rivais soviéticos. Para isto, ele voou para a base de Wright-Patterson a fim de coletar os dados da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de desenvolver a Teoria E-M, o próximo objetivo de Boyd foi comparar os caças americanos com seus rivais soviéticos.</p>
<h2><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-111A.jpg"><img title="F-111A" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-111A-500x218.jpg" alt="F-111A" width="500" height="218" /></a></h2>
<p><img title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels6.jpg" alt="" width="580" height="5" /></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 257px"><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/John-Boyd.jpg"><img title="John Boyd" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/John-Boyd-247x309.jpg" alt="John Boyd" width="247" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">John Boyd</p></div>
<p>Depois de desenvolver a Teoria E-M, o próximo <a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo-parte-2/#">objetivo</a> de Boyd foi comparar os caças americanos com seus rivais soviéticos. Para isto, ele voou para a base de Wright-Patterson a fim de coletar os dados da Divisão de Inteligência <a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo-parte-2/#">Estrangeira</a>.</p>
<p>Boyd e seu amigo Christie começaram então a alimentar o computador IBM com dados de performance dos caças soviéticos. Boyd tinha planejado mostrar os gráficos das diferenças entre as taxas de energia dos caças americanos e russos.</p>
<p>Mas para espanto de Boyd, os gráficos mostravam que numa grande parte do envelope de performance, o caça soviético era superior às<a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo-parte-2/#">aeronaves</a> de caça americanas.</p>
<p>O F-4 <em>Phantom</em> era muito pesado e não tinha uma área de asa grande para fechar nas curvas como o MiG-21 a grande altitude. O único lugar em que o F-4 poderia vencer o MiG-21 era em baixas altitudes e em alta <a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo-parte-2/#">velocidade</a>.</p>
<p>A pior notícia porém era que o novo F-111 era inferior que qualquer aeronave soviética em qualquer velocidade e altitude. Quando Boyd terminou os gráficos, ele começou a brifar os pilotos de Eglin e voltou a Nellis para brifar os pilotos de lá também.</p>
<p>No começo de 1965, Boyd foi para o Vietnã e brifou os pilotos de F-105 sobre táticas de caça. Depois disso, Boyd fez um tour pelas bases da Europa para dar palestras sobre a teoria E-M.</p>
<p>Por fim, ele brifou o chefe do Tactical Air Command, General Walter Campbell Sweeney Jr e o General Bernard Schriever, chefe do Air Force Systems Command, para que os generais de quatro estrelas soubessem da pobre performance do F-111 comparado às aeronaves soviéticas.</p>
<h2>No Vietnã</h2>
<p><img title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels6.jpg" alt="" width="580" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-4C-Vietnam.jpg"><img title="F-4C no Vietnã" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-4C-Vietnam-500x369.jpg" alt="F-4 no Vietnã" width="500" height="369" /></a></p>
<p>No Vietnã, o <a href="http://www.aereo.jor.br/2008/11/15/republic-thunderchief-f-105-o-cavalo-de-batalha-da-usaf-no-vietna/">F-105</a> e o F-4 <em>Phantom</em> eram as aeronaves erradas para as tarefas que estavam cumprindo. O F-105 estava sendo usado como avião de ataque, enquanto o grande e pesado F-4C estava sendo usado como caça e não era páreo para o MiG.</p>
<p>Boyd também mostrou que os mísseis ar-ar americanos <em>Sparrow</em> e <em>Sidewinder</em> tinham uma performance sofrível e podiam ser facilmente evitados em manobras evasivas.</p>
<p>Na primavera de 1966, Boyd recebeu ordens de transferência para a Tailândia como piloto de F-4 <em>Phantom</em>, o que era justamente o que ele queria. A Guerra Aérea no Vietnã estava quente, mas as forças americanas não estavam indo bem. Em 1965, os americanos tinham perdido 171 aeronaves.</p>
<p>Para diminuir as perdas, os F-4C receberam ordens para voar fazendo cobertura aos F-105s, mas o F-4C era muito grande e pesado para “dogfights” contra os mais manobráveis e ágeis MiG-21.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-105.jpg"><img title="F-105 Thunderchiefs" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-105-500x367.jpg" alt="F-105 Thunderchiefs" width="500" height="367" /></a></p>
<p>Não havia canhão no <em>Phantom</em> e o envelope de lançamento dos primeiros mísseis <em>Sparrow</em> e<em>Sidewinder</em> era tão pequeno, que um piloto tinha que ser extremamente proficiente para atingir a posição de tiro.</p>
<p>As ordens de Boyd para a Tailândia foram repentinamente suspensas e ao invés de ir para a guerra, ele foi enviado para o Pentágono no verão de 1966. O programa do caça F-X da USAF estava com problemas.</p>
<p>O problemático F-X perseguia a definição “Bigger-Higher-Faster-Farther” (“Maior, Mais Alto, Mais Rápido e Mais longe”) da USAF. A US Navy fez seu papel, quando os almirantes tiveram sucesso com o Secretário de Defesa McNamara, prometendo que a Marinha aceitaria o F-111, se ela pudesse continuar o desenvolvimento do motor TF30 e do míssil <em>Phoenix</em>.</p>
<p>A Marinha planejava testar a compatibilidade do F-111 com navio-aeródromo e depois recusar o avião, indo ao Congresso para dizer que já tinha um motor e míssil pronto e com o dinheiro alocado para o F-111, iria desenvolver um novo caça naval. Esse caça viria a se tornar o F-14 <em>Tomcat</em>.</p>
<p>A USAF corria o risco de ter que adotar um novo caça projetado para a Marinha em seu inventário, como aconteceu com o F-4 <em>Phantom</em>. Boyd foi levado ao Pentágono para salvar o projeto F-X da estratégia da Marinha.</p>
<h2>F-X</h2>
<p><img title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels6.jpg" alt="" width="580" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-15-test-fighters.jpg"><img title="F-15 test fighters" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-15-test-fighters-500x383.jpg" alt="F-15 test fighters" width="500" height="383" /></a></p>
<p>O F-X tinha tido seu peso baixado para 28.735kg, mas ainda assim era pesado, muito complexo, muito caro e tinha uma asa muito pequena. A aeronave era planejada para ser um caça multifunção. Boyd queria um caça pequeno, de um só motor e muito manobrável, que tivesse uma relação peso-potência melhor que qualquer outro caça no mundo.</p>
<p>O F-X deveria perder e ganhar energia mais rápido que qualquer outro caça, para dominar os céus nas próximas décadas. O F-X foi o primeiro caça americano projetado mediante as especificações de manobra E-M, com o “dogfight” em mente. Boyd queria que o F-X fosse mais manobrável que qualquer caça inimigo, mas ele não definiu nenhum valor de performance com relação à velocidade ou capacidade de curva.</p>
<p><strong>Ao invés disso, Boyd queria uma aeronave com alta relação peso-potência para atingir excelente aceleração</strong>. Ele queria uma grande asa com manobrabilidade e energia suficiente para desengajamento e separação e para retornar ao combate em vantagem.</p>
<p>Deveria haver combustível suficiente para voar bem adentro do espaço aéreo inimigo e sustentar um “dogfight”. Boyd estava feliz com um pequeno radar, mas o pessoal da eletrônica queria detectar um MiG a 40 milhas náuticas, o que resultava num disco de radar enorme e por causa disso, um alto arrasto aerodinâmico da fuselagem.</p>
<p>Boyd insistiu em ter um canhão interno. Seus cálculos mostraram que a performance aerodinâmica obtida com as asas móveis do F-111 eram anuladas pelo peso extra que o sistema trazia com ele, mas a USAF ainda insistia nessas asas.</p>
<p>A teoria E-M de Boyd permitiu pela primeira vez na história do desenvolvimento dos caças a análise de todo o envelope de manobra de um caça desde o projeto e antes do primeiro voo do protótipo.</p>
<p>O ano de 1967 foi o pior da USAF no Vietnã. Estava claro que a Força Aérea não tinha um caça de superioridade aérea. A “kill rate” de 10:1 da Coreia caiu próxima da paridade e era até mesmo vantajosa para os Norte Vietnamitas. Depois da guerra, somente um piloto da USAF tinha o status de Ás (os outros dois eram WSOs), com 5 “kills”, enquanto o Vietnã do Norte tinha 16 ases que eram veteranos de combate e lutaram no ar por anos.</p>
<p>A USAF continuou a tradição da Guerra da Coreia e rotacionava os pilotos para tarefas administrativas, depois de 100 missões. Por causa disso, pilotos de transporte e do SAC tinham que ser treinados para pilotar caças.</p>
<p>Em 1967, a União Soviética introduziu dois novos caças: o MiG-23 de asas móveis (geometria variável) e o rápido MiG-25. O MiG-23 não foi levado tão a sério pela USAF, mas o MiG-25 foi considerado uma grande  ameaça. Foi dito que o MiG-25 podia alcançar a velocidade de Mach 2.8 e isto aumentou a prioridade do programa F-X.</p>
<p>Depois da Segunda Guerra Mundial, a USAF afirmou que o tempo dos “dogfights” tinha terminado e que agora a guerra seria com mísseis e o apertar de botões. Mas o Vietnã mostrou que John Boyd estava certo sobre as ineficiências do novo <em>Sparrow</em> e <em>Sidewinder </em>e que a USAF ainda precisava de caças com canhão. De fato, a introdução dos mísseis requeria que os caças tivessem mais manobrabilidade que os anteriores, para escapar dos mísseis.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-15-prototype.jpg"><img title="F-15 prototype" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-15-prototype-500x403.jpg" alt="F-15 prototype" width="500" height="403" /></a></p>
<p>O Tactical Air Command queria o F-X com velocidade máxima de Mach 3.0, o que iria afetar seriamente a capacidade de manobra da aeronave. Boyd insistiu na velocidade máxima de Mach 2.0, quando começou a perder a batalha pelo projeto. A aeronave voltou a ter 19.000kg de peso, com performance boa, mas inferior à planejada anteriormente.</p>
<p>O maior temor da USAF de que a US Navy não aceitasse o F-111B nas operações em navio-aeródromo tornou-se real. Os almirantes informaram que a Marinha já tinha projetado seu próprio caça chamado F-14 <em>Tomcat</em> e se o Congresso liberasse o dinheiro alocado para o F-111B, a Marinha iria fabricar o F-14 com ele.</p>
<p>A Marinha disse que a velocidade máxima do F-X era lenta em comparação com o MiG-25 e por isso o projeto do F-X deveria ser cancelado. Os almirantes disseram que o F-14 faria tudo muito melhor que o F-X e que a Marinha ficaria feliz em “ajudar” a USAF e venderia seu caça para a Força irmã.</p>
<p>A USAF enfrentou as acusações dizendo que a velocidade máxima do F-X era de Mach 2.5 e que combinada com o míssil AIM-7 <em>Sparrow</em>, seria suficiente para conter o MiG-25. Boyd realizou audiências no Comitê House Armed Services dizendo que o futuro do F-X esbarrava no projeto de asas móveis (swing-wing).</p>
<p>O Comitê acabou não aceitando o projeto com asas móveis,  e o F-X se transformou no caça F-15 <em>Eagle</em>. A USAF não precisou comprar outro projeto de caça da Marinha.</p>
<p>Apesar da popularidade do filme “Top Gun” de 1986, o projeto de geometria variável do F-14<em>Tomcat</em> tornava-o pesado, suas turbinas eram fracas para seu tamanho e ele tinha pouca manobrabilidade.</p>
<h2>Fighter Mafia</h2>
<p><img title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels6.jpg" alt="" width="580" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/An-F-16-demonstrates-its-remarkably-tight-turning-radius-against-an-F-4E.jpg"></a><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/An-F-16-demonstrates-its-remarkably-tight-turning-radius-against-an-F-4E1.jpg"><img title="Um F-16 demonstra seu raio de curva em comparação com um F-4E Phantom" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/An-F-16-demonstrates-its-remarkably-tight-turning-radius-against-an-F-4E1.jpg" alt="An F-16 demonstrates its remarkably tight turning radius against an F-4E" width="375" height="254" /></a></p>
<h4>Um F-16 demonstra seu raio de curva<br />
em comparação com um F-4E Phantom</h4>
<p>John Boyd não desistiu da sua visão de um pequeno caça altamente manobrável, com alta razão peso-potência. Ele sugeriu que a USAF deveria ter um avião de “backup”, caso o projeto do F-15 falhasse.</p>
<p>Boyd, o coronel Everest Riccioni e Pierre Sprey formaram a “Lightweight Fighter Mafia” para promover suas ideias no Pentágono. Boyd não estava feliz com a  maneira com que a USAF tinha mudado o projeto original do F-15.</p>
<p>Ele queria um projeto de caça simples diurno, com 9.000kg de peso, e com menos arrasto, com uma performance muito melhor que o F-15. Riccioni conseguiu a verba para que a Northrop desenvolvesse o estudo inicial do YF-17 e a General Dynamics o do YF-16.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/wp-content/uploads/2010/03/YF-16.jpg"><img title="YF-16" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/YF-16-500x254.jpg" alt="YF-16" width="500" height="254" /></a></p>
<p>Enquanto isso, a mídia focava no alto custo do F-15 e na baixa performance do F-14 Tomcat. O governo Nixon pressionou o Secretário da Defesa Melvin Laird para colocar o sistema de aquisições militares na linha.</p>
<p>Laird deu a missão ao seu assistente David Packard, que aprovou o projeto do caça leve (lightweight fighter project). A USAF ativou oficialmente o projeto em dezembro de 1970. A “Lightweight Fighter Mafia” queria procedimentos realistas para a competição entre os protótipos. Ambos os caças teriam que voar em cenários realistas de combate contra <a href="http://www.aereo.jor.br/2010/03/04/constant-peg-o-programa-secreto-da-usaf-que-usava-avioes-russos-para-treinamento/">caças MiG mantidos em segredo</a> numa base no complexo de Nellis.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/YF-17.jpg"><img title="YF-17" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/YF-17-500x306.jpg" alt="YF-17" width="500" height="306" /></a></p>
<p>Os estudos do caça leve mostraram que o caça teria melhor performance que o F-15 <em>Eagle</em>, mas esta informação deveria ser mantida em segredo, porque a Força Aérea não queria que o protótipo fosse superior ao F-15.</p>
<p>Em abril de 1972, o Secretário de Defesa Laird aprovou a construção dos caças competidores. No final de 1971, Boyd recebeu ordens para ir ao Vietnã numa base secreta na Tailândia e partiu para lá em abril de 1972, quando o protótipo do projeto do caça leve foi aprovado.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo-parte-2/" target="_blank">Blog Poder Aéreo</a></p>
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		<title>John Boyd, o piloto de caça que mudou a arte do combate aéreo #1</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 10:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luis.reis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante os anos 1950, John Boyd era muito conhecido na aviação de caça nos EUA. Seu apelido era &#8220;Forty-Second Boyd&#8221; ou &#8220;Boyd Quarenta Segundos&#8221;, porque ele desafiava outros pilotos em combates aéreos de 40 segundos contra o seu Sabre F-100, oferecendo US$ 40 caso fosse derrotado. A foto acima mostra os dois caças que foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os anos 1950, John Boyd era muito conhecido na aviação de caça nos EUA. Seu apelido era &#8220;Forty-Second Boyd&#8221; ou &#8220;Boyd Quarenta Segundos&#8221;, porque ele desafiava outros pilotos em combates aéreos de 40 segundos contra o seu Sabre F-100, oferecendo US$ 40 caso fosse derrotado.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/YF-16-e-YF-17.jpg"><img title="YF-16 e YF-17" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/YF-16-e-YF-17-500x319.jpg" alt="DF-SC-82-06297" width="580" /></a></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Boyd1.jpg"><img title="Boyd" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Boyd1.jpg" alt="Boyd" width="250" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Boyd</p></div>
<p>A foto acima mostra os dois caças que foram projetados segundo as ideias de um <a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo/#">piloto</a> chamado John Boyd. Não é à toa que o F-16 e o F-18 tornaram-se<a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo/#">excelentes</a> aviões de combate e ainda são considerados “benchmark” para outros projetos.</p>
<p>Durante os anos 1950, John Boyd era muito conhecido na aviação de caça nos EUA. Seu apelido era “Forty-Second Boyd” ou “Boyd Quarenta Segundos”, porque ele desafiava outros <a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo/#">pilotos</a> em combates aéreos de 40 segundos contra o seu Sabre F-100, oferecendo US$ 40 caso fosse derrotado.</p>
<p>Como instrutor da Fighter Weapons School (FWS), Boyd lutou contra <a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo/#">pilotos</a> da USAF, dos Marines e da US Navy e contra <a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo/#">pilotos</a> de outros países, que recebiam treinamento pelo Defense Assistance Pact. Mas nunca foi vencido.</p>
<p>Boyd começava os combates dando vantagem aos seus oponentes, que iniciavam em sua posição 6h. Começado o combate, Boyd conseguia “frear” seu F-100 no ar, aplicando a manobra que ele batizou de “flat-plating the bird”, obrigando o oponente a ultrapassá-lo (overshoot), finalizando o desafiante com uma rajada certeira e com “guns, guns, guns” no rádio. O mito do “Forty-Second Boyd” irritou por muito tempo os pilotos de caça.</p>
<h2>Na Coreia</h2>
<p><img title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels6.jpg" alt="" width="580" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/MiG-15-versus-F-86.jpg"><img title="MiG-15-versus-F-86" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/MiG-15-versus-F-86-500x325.jpg" alt="MiG-15-versus-F-86" width="580" /></a></p>
<p>Boyd começou tarde na Guerra da Coreia, onde só conseguiu avariar um MiG-15 em combate. Mas ele era considerado o melhor no seu esquadrão e nos voos durante o conflito, aprendeu a razão da vantagem do F-86 sobre o MiG-15.</p>
<p>Os pilotos americanos dominaram os céus da Coreia: a “kill rate” nos últimos meses da guerra chegou a 14:1 a favor do F-86 e no final 792 MiGs foram abatidos, para 78 jatos F-86 Sabres. A tática dos pilotos americanos na Coreia era basicamente a do P-38 na Segunda Gerra, ou seja, eles mergulhavam sobre as formações de caças inimigas e evitavam entrar em “dogfight” com os MiG.</p>
<p>John Boyd posteriormente debruçou-se sobre a questão dos Sabre <em>versus</em> MiG-15, pois ficou perplexo pelo fato de que no papel o MiG-15 era superior ao F-86. Então qual a razão do F-86 ter sido tão superior na prática? Boyd reconheceu que o “canopy” em bolha do Sabre dava uma melhor consciência situacional (SA – Situation Awareness) aos pilotos americanos e os controles totalmente hidráulicos lhes permitiam uma transição de manobras ofensivas para defensivas mais rápida que os pilotos soviéticos.</p>
<p>Uma capacidade de observação melhor e uma agilidade maior foram as chaves para o sucesso dos pilotos de Sabre.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/mig-15-f86-drw.jpg"><img title="mig-15-f86-drw" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/mig-15-f86-drw-500x353.jpg" alt="mig-15-f86-drw" width="580" /></a></p>
<h2>Estudo Ataque Aéreo</h2>
<p><img title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels6.jpg" alt="" width="580" height="5" /></p>
<p>Durante os anos 1950 os pilotos de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial estavam comandando a USAF e a Força não tinha espaço para pilotos de caça. A Força atingiu o <em>status</em> independente em 1947 e estava centrada no conceito de bombardeiro estratégico.</p>
<p>A defesa nacional americana era baseada na doutrina de Eisenhower de “retaliação maciça”, com aeronaves e bombas atômicas. A USAF recebeu a maior porção do orçamento do Pentágono em 1961 e o Comando Aéreo Estratégico chefiado pelo general Curtis LeMay recebeu a maior parte da verba da USAF.</p>
<p><strong>A missão primária da aviação de caça naquela época era a interceptação de bombardeiros inimigos e o lançamento de armas nucleares táticas</strong>. Todo mundo no governo dos EUA acreditava que a próxima guerra seria nuclear.</p>
<p>Da Coreia, John Boyd foi transferido para a Base Aérea de Nellis, que era o lugar mais movimentado nessa época na USAF, apesar da preferência da Força por bombardeiros estratégicos.</p>
<p><strong>A porção ar-ar do currículo do 3597th Flying Training Squadron não tinha quase nada. Não existia nem um manual de táticas e o treinamento era focado em tiro com canhão contra alvos rebocados por outras aeronaves.</strong></p>
<p>Boyd foi aceito como aluno no curso de três meses da Fighter Weapons School. A FWS foi criada em 1949 em Nellis e foi predecessora da U.S. Navy Fighter Weapons School, mais conhecida como “Top Gun”. A escola da Marinha foi criada 20 anos depois, por causa dos resultados da Guerra do Vietnã.</p>
<p>Em fevereiro de 1956, na newsletter da Fighter Weapons School, Boyd publicou um dos seus mais raros escritos. o título era: “A Proposed Plan for Fighter Vs. Fighter Training”. Boyd escreveu sobre diferentes manobras táticas e como manter o nariz do avião sobre o alvo usando os pedais num “dogfight”.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-100.jpg"><img title="F-100" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-100-500x316.jpg" alt="F-100" width="580" /></a></p>
<p>O ponto mais importante que Boyd estava tentando mostrar era um novo modo de pensar o combate aéreo:<strong> os pilotos não deveriam se concentrar apenas no movimento, mas também nos efeitos da velocidade e nas contramedidas que o inimigo faria quando a manobra estivesse completa.</strong></p>
<p>Em meados dos anos 1950, a Fighter Weapons School tinha três divisões: a mais prestigiada “Operações e Treinamento”, “Pesquisa e Desenvolvimento” e a menos desejada divisão “Acadêmica”. O comandante da FWS Vernon “Sprad” Spradling colocou Boyd como chefe da divisão Acadêmica, mas só depois que Boyd teve garantias de que poderia “afinar” a parte de tática do curriculum.</p>
<p>No final da década de 1950, Boyd escolheu ingressar no Air Force Institute of Technology (AFIT), um programa de bolsa de estudos da USAF. Ele pegou o curso de engenharia do Georgia Institute of Technology e decidiu escrever seu manual de tática antes de deixar a Fighter Weapons School.</p>
<p><strong>No começo de 1960, Boyd terminou o estudo de 150 páginas chamado “Aerial Attack Study” que tornou-se o manual oficial de tática da USAF no mesmo ano</strong>.<a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Aerial-Attack-Study-John-Boyd.pdf">Clique aqui para baixar o manual original em PDF</a>.</p>
<p>Boyd revolucionou as manobras básicas de combate aéreo compilando todas as manobras e contra-manobras num único manual. Somando-se às descrições técnicas das manobras, Boyd explicou o significado tático da manobra para os pilotos novatos.</p>
<p>Isso tudo aconteceu quando a aviação de caça na USAF era uma espécie de bebê do SAC (Strategic Air Command) e quando os generais achavam que o “dogfight” tinha acabado.</p>
<p>Em uma década, o “Aerial Attack Study” tornou-se o manual de forças aéreas do mundo todo. Ele mudou para sempre o modo como combate aéreo seria travado.</p>
<h2>Estudo Energia-Manobrabilidade</h2>
<p>Boyd tinha 34 anos de idade quando começou seus estudos no Georgia Institute of Technology no outono de 1960. No ano seguinte John F. Kennedy tornou-se o presidente dos EUA e Robert McNamara o secretário da Defesa, que ativou os planos para a fabricação de um novo caça tático para a US Navy e para a Força Aérea e o general Curtis LeMay tornou-se o Air Force Chief of Staff.</p>
<p>O SAC tomou conta da USAF, ferindo a aviação de caça, mas isto serviu como fundamento para uma das maiores realizações de Boyd.</p>
<p>John Boyd estudou engenharia mecânica, que incluía termodinâmica, o estudo da energia. A segunda leia da termodinâmica (a lei da entropia) é especialmente interessante pois postula que num sistema fechado a desordem aumenta.</p>
<p>No inverno de 1962, Boyd numa conversa com um colega de classe Charles E. Cooper sobre as leis da termodinâmica sobre conservação e dissipação de energia, imaginou que elas poderiam ser aplicadas às táticas dos caças.</p>
<p><strong>Para Boyd, não era mais a velocidade nem a potência o que habilitava um piloto a manobrar melhor que o adversário. Era o nível de energia!</strong></p>
<p>Se Boyd pudesse analisar o “dogfight” em termos de energia, ele poderia desenvolver equações para a performance de um caça</p>
<h2>Kennedy e McNamara</h2>
<p><img title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels6.jpg" alt="" width="580" height="5" /></p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/President_Kennedy_and_Secretary_McNamara_1962.jpg"><img title="President_Kennedy_and_Secretary_McNamara_1962" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/President_Kennedy_and_Secretary_McNamara_1962.jpg" alt="President_Kennedy_and_Secretary_McNamara_1962" width="580" /></a></p>
<p>Quando Boyd graduou-se no Georgia Institute of Technology foi transferido para a Base Aérea de Eglin, que era o lugar onde a USAF testava suas novas armas.</p>
<p>O presidente John F. Kennedy chegou à conclusão de que a doutrina de “retaliação maciça” aumentava a possibilidade de uma guerra convencional. Por isso ele decidiu que a América necessitava de uma abordagem mais balanceada para a guerra. Substituiu a doutrina de “retaliação maciça” pela “resposta flexível” e colocou a administração Kennedy em rota de colisão com os “generais bombardeiros” liderados por LeMay.</p>
<p>O secretário da Defesa Robert McNamara cancelou o programa do F-105 e obrigou a USAF a comprar o F-4 <em>Phantom</em> que tinha sido desenvolvido para a US Navy. A USAF então acabou ativando seu programa para um novo caça denominado F-X.</p>
<p>Boyd tinha sido promovido a major e durante seu tempo livre desenvolveu a teoria da energia, que agora ele chamava de “theory of excess power”. As pessoas começaram a chamá-lo de “Mad Major” e alguns achavam que ele não batia muito bem da cabeça.</p>
<p>Em Eglin, Boyd conheceu Tom Christie, cujo trabalho era livrar a USAF totalmente do Exército, pois a Força Aérea ainda usava as tabelas de bombardeiro do US Army. A tarefa de Christie era desenvolver novas tabelas.</p>
<p>Tom Christie compreendeu as ideias de Boyd com relação à energia cinética e energia potencial. O objetivo de Boyd era transformar o envelope de performance de um caça num gráfico. O que impressionou Christie foi o entusiasmo de  Boyd, que encarava sua ideia como uma missão que ele tinha que realizar.</p>
<p>Boyd mudou o nome de sua teoria para “Energy-Maneuverability” (Energia- Manobrabilidade). Ele começou o estudo com duas curvas de perseguição: quantos Gs seriam necessários para corrigir um ângulo de tiro e quanto a performance da aeronave seria degradada com isso?</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Splash-MiGs.jpg"><img title="Splash MiGs" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/Splash-MiGs-500x355.jpg" alt="Splash MiGs" width="580" /></a></p>
<p>Boyd precisava de um bocado de horas de computador para provar sua tese, mas ele era apenas um major e não poderia ter acessos aos computadores de Eglin. Foi aí que Tom Christie entrou para ajudar.</p>
<p>Eles desenvolveram as equações de Boyd usando o pequeno computador Wang de Christie e depois usaram um mainframe IBM 704 de Englin com os códigos de Christie, para usar o tempo valioso do computador de grande porte. Na verdade eles roubaram tempo de computação da USAF, pois o projeto de Teoria E-M não tinha um código de autorização oficial.</p>
<p>O núcleo da teoria E-M de Boyd era a razão potência e arrasto. Boyd queria saber quão rápido um piloto poderia ganhar energia quando ele empurrava a manete de um avião para potência máxima. Boyd queria normalizar a informação para que cada aeronave pudesse ser comparada, não importando seu peso.</p>
<p>Isto porque Boyd não queria comparar a energia total, mas sim a energia específica, que é a energia total dividida pelo peso. A mudança no nível de energia poderia ser estudada na base da diferença entre a potência disponível dos motores e o arrasto da aeronave.</p>
<p>A equação simples de Boyd para a energia específica em excesso (Ps) é potência (T) menos o arrasto (D) sobre o peso (W), multiplicado pela velocidade (V). Este é o cerne da teoria E-M que mudou o design e as táticas dos caças para sempre:</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/E-M-Formula.png"><img title="E-M Formula" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/E-M-Formula.png" alt="E-M Formula" width="141" height="42" /></a></p>
<p>O secretário da Defesa McNamara decidiu comprar o caça F-111 tanto para a USAF como para a US Navy. Esta aeronave era um mamute de 38,5 toneladas de peso e que usava tecnologia de geometria variável para aumentar e diminuir o enflechamento das asas em voo.</p>
<p>Em 1962, Boyd encontrou-se com o engenheiro da General Dynamics responsável pelo F-111, Harry Hillaker. Boyd reclamou com Hillaker que o F-111 tinha pouca potência e que o mecanismo de geometria variável era muito complicado para ser usado em voo e ainda era sujeito à rachaduras e fadiga.</p>
<p>Boyd já tinha feito alguns cálculos E-M do F-111 e sabia que a USAF estava prestes a cometer um erro, se adquirisse o F-111.</p>
<p>Boyd e Hillaker concordaram que eles iriam desenvolver um caça menor e mais manobrável. Observar no gráfico abaixo, que o F-16 supera em taxa de curva (graus/seg) o F-4 e o MiG-21 em todas as velocidades, à 11.000m de altitude. Isso foi conseguido graças à teoria de Boyd.</p>
<p><a href="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-16-F-4-MiG-21-comparados.JPG"><img title="F-16, F-4 MiG-21 comparados" src="http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/F-16-F-4-MiG-21-comparados-500x329.jpg" alt="F-16, F-4 MiG-21 comparados" width="580" /></a></p>
<p><em>Continua em próximo post.</em></p>
<p><em><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.aereo.jor.br/destaques/john-boyd-o-piloto-de-caca-que-mudou-a-arte-do-combate-aereo/" target="_blank">Blog Poder Aéreo</a></em></p>
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		<title>Sistema de Armas e Apoio ao Piloto no F-35 JSF</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 10:30:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pessoal Olhem em que nível os engenheiros da Northrop Grumman chegaram com o novo sistema de armas do F-35 JSF (Join Strike Fighter e não Java Server Faces &#8211; rsrsrs). Ele já implementa o conceito de rede entre as pelas de guerra no campo de batalha que provê um nível de informação, apoio e tomada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal</p>
<p><!--[Fast Tube]--><p id="T1hhXEdKQ3o" style="text-align:center;"><a title="Click here to watch this video!" href="http://loucosporaeromodelismo.com.br/2010/03/sistema-de-armas-e-apoio-ao-piloto-no-f-35-jsf/#T1hhXEdKQ3o"><img src="http://i.ytimg.com/vi/T1hhXEdKQ3o/0.jpg" alt="Fast Tube" border="0" width="320" height="240" /></a></p><!--[/Fast Tube]--></p>
<p>Olhem em que nível os engenheiros da Northrop Grumman chegaram com o novo sistema de armas do F-35 JSF (Join Strike Fighter e não Java Server Faces &#8211; rsrsrs). Ele já implementa o conceito de rede entre as pelas de guerra no campo de batalha que provê um nível de informação, apoio e tomada de decisão nunca antes vistos no campo de batalha.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> PODER AÉREO</p>
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		<title>F-117 Night Hawk EDF</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 11:00:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pessoal O pessoal da Banana Hobby está despachando para o Brasil. Estou pensando em trazer um modelo de 6 ch 2.4 GHz para testar de tudo ocorre dentro dos conformes. Confiram o vídeo! []&#8216;s]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class=" " src="http://site.bananahobby.com/retail/largepics/1888/10.jpg" alt="F-117 Night Hawk" width="480" height="288" /><p class="wp-caption-text">F-117 Night Hawk</p></div>
<p>O pessoal da Banana Hobby está despachando para o Brasil. Estou pensando em trazer um modelo de 6 ch 2.4 GHz para testar de tudo ocorre dentro dos conformes. Confiram o vídeo!</p>
<p><!--[Fast Tube]--><p id="EwKIJtQWleI" style="text-align:center;"><a title="Click here to watch this video!" href="http://loucosporaeromodelismo.com.br/2009/09/f-117-night-hawk-edf/#EwKIJtQWleI"><img src="http://i.ytimg.com/vi/EwKIJtQWleI/0.jpg" alt="Fast Tube" border="0" width="320" height="240" /></a></p><!--[/Fast Tube]--></p>
<p>[]&#8216;s</p>
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		<title>Olha o Gurí dando uma passeadinha em Paris</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 23:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luis.reis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal O Cmte. Cleiton Horta, mais popularmente conhecido como Gurí de Santo Angelo (mas bah!), deu uma passeadinha pela França com a sua excelentíssima. Confesso que a coragem dos dois me impressionou, pois eles foram de Airbus A330 da Air France mas tudo correu muito bem e ambos estão de volta lá em Blumenau/SC. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class=" " src="http://lh3.ggpht.com/_Uyj5ifEg9OE/SkT5UpUo1FI/AAAAAAAAAVY/HDunh0jUPoQ/s800/CabineNaPartePlastica.jpg" alt="Cmte Cleiton Horta no Museu de Le Bourget" width="480" height="360" /><p class="wp-caption-text">Cmte Cleiton Horta no Museu de Le Bourget</p></div>
<p>O Cmte. Cleiton Horta, mais popularmente conhecido como Gurí de Santo Angelo (mas bah!), deu uma passeadinha pela França com a sua excelentíssima. Confesso que a coragem dos dois me impressionou, pois eles foram de <a href="http://www.airbus.com/en/" target="_blank">Airbus </a><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A330" target="_blank">A330</a> da <a href="http://www.airfrance.com.br/" target="_blank">Air France</a> mas tudo correu muito bem e ambos estão de volta lá em Blumenau/SC.</p>
<p>O bom é que o Guri sempre lembra dos amigos e mandou esta coletânea de fotos do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Musée_de_l'Air_et_de_l'Espace" target="_blank">Museé de l&#8217;Aire et de l&#8217;Espace</a> (<a href="http://www.mae.org/" target="_blank">site oficial</a>) que é a meca da aviação da França e um dos mais completos museus aeronáuticos de todo o mundo. Ele fica situado no lendário aeroporto de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paris_-_Le_Bourget_Airport" target="_blank">Le Brouget</a> (<a href="http://maps.google.com.br/maps?q=Le+Bourget,&amp;ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;sll=48.963314,2.442055&amp;sspn=0.04401,0.077162&amp;t=h&amp;radius=1.75&amp;rq=1&amp;ll=48.949281,2.433729&amp;spn=0.044023,0.077162&amp;z=14" target="_blank">mapa</a>) e o que mais impressiona é a quantidade, variedade e, principalmente, qualidade das aeronaves lá expostas.</p>
<p><center>
<div style="width:400px;font-family:arial,sans-serif;font-size:13px;">
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<p><span style="float:left;"><a href="http://picasaweb.google.com.br/loucosporaeromodelismo/20090615ViagemCleitonFranca?feat=flashalbum" style="color:#3964c2">Visualizar todas</a></span>
<div style="text-align:right;"><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/getEmbed?feat=flashalbum" style="color:#3964c2">Obtenha o seu</a></div>
</div>
<p></center></p>
<p>Uma das coisas que mais impressiona é a quantidade de aeronaves históricas da 1ª Guerra Mundial e 2ª Guerra Mundial, incluindo a lendária <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/V-1" target="_blank">bomba V-1</a> e o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Messerschmitt" target="_blank">Messerschmitt</a> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Messerschmitt_Me_163" target="_blank">Me-163 Komet</a>. Ainda estão no museu todos os protótipos do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/British_Aircraft_Corporation" target="_blank">BAC</a>/<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Aérospatiale" target="_blank">Aerospatilé</a> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Messerschmitt_Me_163" target="_blank">Concorde</a> e do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dassault_Aviation" target="_blank">Dassault</a> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dassault_Mirage_III" target="_blank">Mirage</a>.</p>
<p>Cleiton, obrigado pelas fotos e os amigos aqui do CCPIU/Uberlândia sentem muito a falta do Guri aqui em nossa pista e no nosso dia-a-dia.</p>
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		<title>Aviões Militares (5/5)</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 01:33:40 +0000</pubDate>
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		<title>Aviões Militares (4/5)</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 01:32:34 +0000</pubDate>
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		<title>Aviões Militares (3/5)</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 01:31:28 +0000</pubDate>
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		<title>Aviões Militares (2/5)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 01:29:37 +0000</pubDate>
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